
A fibromialgia é uma condição crônica caracterizada por dor generalizada, frequentemente acompanhada de hipersensibilidade, fadiga persistente, distúrbios do sono e intestinais, dificuldades cognitivas e alterações de humor. O problema atinge predominantemente mulheres, entre 35 e 50 anos, e estima-se que afete cerca de 2% da população brasileira. Uma pesquisa de mestrado em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) oferece uma avaliação completa e detalhada, abrangendo não apenas aspectos físicos, mas também fatores emocionais e sociais que influenciam a qualidade de vida das mulheres com fibromialgia. Poderão participar do projeto mulheres com e sem o diagnóstico do problema.
O estudo é conduzido pelas linhas Anne Freitas e Isadora Barbosa, sob orientação de Mariana Arias Avila, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar. O principal objetivo da pesquisa é observar o perfil psicossocial, de dor, antropométrico, autonômico e funcional em mulheres com fibromialgia comparado com mulheres saudáveis. "Ao investigar os impactos da fibromialgia em aspectos como composição corporal, dor, alterações autonômicas, fatores psicossociais, equilíbrio e desempenho muscular, fornecendo informações que ajudem nossos voluntários a adotar um estilo de vida mais voltado para o manejo eficaz da condição", descreve Anne Freitas sobre a importância do projeto.
A fibromialgia é uma condição crônica caracterizada por dor generalizada, frequentemente acompanhada de hipersensibilidade, fadiga persistente, distúrbios do sono e intestinais, dificuldades cognitivas e alterações de humor. O problema atinge predominantemente mulheres, entre 35 e 50 anos, e estima-se que afete cerca de 2% da população brasileira. Uma pesquisa de mestrado em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) oferece uma avaliação completa e detalhada, abrangendo não apenas aspectos físicos, mas também fatores emocionais e sociais que influenciam a qualidade de vida das mulheres com fibromialgia. Poderão participar do projeto mulheres com e sem o diagnóstico do problema.
O estudo é conduzido pelas linhas Anne Freitas e Isadora Barbosa, sob orientação de Mariana Arias Avila, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar. O principal objetivo da pesquisa é observar o perfil psicossocial, de dor, antropométrico, autonômico e funcional em mulheres com fibromialgia comparado com mulheres saudáveis. "Ao investigar os impactos da fibromialgia em aspectos como composição corporal, dor, alterações autonômicas, fatores psicossociais, equilíbrio e desempenho muscular, fornecendo informações que ajudem nossos voluntários a adotar um estilo de vida mais voltado para o manejo eficaz da condição", descreve Anne Freitas sobre a importância do projeto.
Para desenvolver o estudo estão sendo convidadas mulheres, entre 18 e 60 anos, com diagnóstico de fibromialgia ou sem dor crônica. As participantes passarão por duas sessões de avaliação, gratuitas e integradas, realizadas no DFisio,na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar. Os interessados em participar do estudo podem se inscrever por este formulário https://forms.gle/EuBydb6GnYa8adUp8 até junho de 2025. Mais informações podem ser solicitadas às pesquisadoras - Isadora (35) 99108-2324 ou Anne (79) 98859-9629.
Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 82180424.6.0000.5504).